26 de Maio de 2018
 
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09/01/2018
 

Apresentado, Lucas promete estar em ponto de bala na estreia

Para o Vitória, que já iniciou o ano com o departamento médico cheio, Lucas surge como um alento. O novo lateral-direito do rubro-negro é um exemplo quando o assunto é boa condição física. Dos 75 jogos do Fluminense no ano passado, por exemplo, o jogador esteve em campo em 56 partidas, ou seja, em aproximadamente 75% dos confrontos.

Segundo Lucas, que foi apresentado nesta terça-feira (9), na Toca do Leão, os bons números são frutos de boa genética e dedicação. “Por todas as equipes que passei, sempre joguei bastante jogos, dificilmente eu tenho lesões. Isso é devido ao meu condicionamento físico, a me cuidar e, também, à minha preparação e meu biotipo. Acho que Deus me abençoou em alguns momentos e esse é um dos motivos que me faz jogar bastante. Espero fazer bastante jogos aqui também, no Vitória”, disse.

As informações podem ser novidade para o torcedor rubro-negro, mas não o diretor de futebol Erasmo Damiani e o técnico Vagner Mancini, dupla que comanda as contratações do Vitória para a temporada. Lucas é um velho conhecido dos dois. Além de trabalhar com o diretor em suas passagens por Figueirense e Palmeiras, o lateral também integrou o grupo comandado pelo treinador no Botafogo.

“Eu tinha muita vontade de voltar a trabalhar com ele (Mancini) e isso está acontecendo. É um treinador muito bom, dispensa comentários porque tem uma parte tática, técnica e de intensidade muito grande. Agora com mais calma vou poder voltar a trabalhar com ele. A expectativa é a melhor possível”, explica. Lucas e Mancini estiveram no Botafogo em 2014, mas a convivência durou apenas quatro meses. O atleta deixou o Botafogo após um grande atraso salarial por parte do clube carioca.

Apesar disso, ele pede paciência para que o entrosamento dentro de campo aconteça. “Na estreia eu já vou estar numa forma física ideal. Acho que o que vai faltar é o entrosamento com a equipe e aí é durante os jogos, não sei. Imagino que em quatro, cinco jogos, a gente já consiga se entender melhor. Você tem que conhecer o seu companheiro. Eu tenho que conhecer quem vai jogar do meu lado, qual a função que ele faz melhor, o que ele tem de melhor para ajudar a equipe. Isso é o entrosamento. Nos treinos e jogos, a gente vai procurar perceber o mais rápido possível qual é característica daquele que está na minha frente, que está do meu lado, se ele gosta de receber a bola no pé ou na frente”, explica.

*Correio24Horas

 
 
 
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